Silas Malafaia e o pastor e conferencista norte americano Morris Cerullo se uniram e protagonizaram uma das maiores polêmicas do meio evangélico do ano de 2009. Cerullo, conhecido por ser um dos pregadores da teologia da prosperidade que, inclusive, já foi preso por evasão de divisas e outros escândalos financeiros nos EUA, veio ao Brasil há mais ou menos dois meses, a convite do pr. Silas Malafaia, para uma série das já batidas, e nada evangelísticas cruzadas. Até aí, "tudo bem"...
Não é novidade a ninguém que Malafaia, antes um feroz "inimigo" da teologia da prosperidade (ele já escreveu livros, gravou inúmeras pregações em várias mídias, tudo "descendo o pau" na teologia da prosperidade e nos líderes neo-pentecostais, seus principais propagadores), se tornou um apaixonado amante da mesma. Também não é novidade pra ninguém que Malafaia anda amargando derrocadas financeiras (ele mesmo já disse que perdeu muito de seus "colaboradores" financeiros) e que a venda de bíblias, literaturas e mídias não estão dando lucro (os produtos de Malafaia foram dos menos vendidos na feira Expocristã, por exemplo), assim como a audiência de seu programa "Vitória em Cristo", vem caindo vertiginosamente. Isto sem contar que o cast de sua gravadora, a Central Gospel Music é paupérrimo o que, obviamente, também não gera lucro aos bolsos do sr. Malafa.
Pois bem, pressionado pelo sufoco financeiro em época de crise financeira, Malafaia apelou - seus apelos de quase 40 minutos (o maior bloco de seu programa, diga-se) há tempos não estão mais dando "ibope" - e pediu uma "ajudinha profética" do "especialista" e "experiente" nessa arte, o tal Morris Cerullo (Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=PvW738BT0nQ&feature=related ). Pronto! Entornou o caldo. Foi um prato cheio de caldo para o hoje principal desafeto de Malafaia, o "paladino do verdadeiro evangelho", reverendo Caio Fábio d'Araújo Filho, que não perdeu tempo e postou um vídeo detonando com Malafaia e Cerullo (Veja os vídeos: https://www.youtube.com/watch?v=ma-9WxKGVMc&NR=1,
https://www.youtube.com/watch?v=61JQJiy6HF4&feature=related e
https://www.youtube.com/watch?v=ZnPTDXGFGYs&feature=related )
É claro que Malafaia deu a réplica e Fábio a tréplica e a guerra continua. Agora, que Malafaia mijou fora do vaso, isso é inquestionável.
Não é novidade a ninguém que Malafaia, antes um feroz "inimigo" da teologia da prosperidade (ele já escreveu livros, gravou inúmeras pregações em várias mídias, tudo "descendo o pau" na teologia da prosperidade e nos líderes neo-pentecostais, seus principais propagadores), se tornou um apaixonado amante da mesma. Também não é novidade pra ninguém que Malafaia anda amargando derrocadas financeiras (ele mesmo já disse que perdeu muito de seus "colaboradores" financeiros) e que a venda de bíblias, literaturas e mídias não estão dando lucro (os produtos de Malafaia foram dos menos vendidos na feira Expocristã, por exemplo), assim como a audiência de seu programa "Vitória em Cristo", vem caindo vertiginosamente. Isto sem contar que o cast de sua gravadora, a Central Gospel Music é paupérrimo o que, obviamente, também não gera lucro aos bolsos do sr. Malafa.
Pois bem, pressionado pelo sufoco financeiro em época de crise financeira, Malafaia apelou - seus apelos de quase 40 minutos (o maior bloco de seu programa, diga-se) há tempos não estão mais dando "ibope" - e pediu uma "ajudinha profética" do "especialista" e "experiente" nessa arte, o tal Morris Cerullo (Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=PvW738BT0nQ&feature=related ). Pronto! Entornou o caldo. Foi um prato cheio de caldo para o hoje principal desafeto de Malafaia, o "paladino do verdadeiro evangelho", reverendo Caio Fábio d'Araújo Filho, que não perdeu tempo e postou um vídeo detonando com Malafaia e Cerullo (Veja os vídeos: https://www.youtube.com/watch?v=ma-9WxKGVMc&NR=1,
https://www.youtube.com/watch?v=61JQJiy6HF4&feature=related e
https://www.youtube.com/watch?v=ZnPTDXGFGYs&feature=related )
É claro que Malafaia deu a réplica e Fábio a tréplica e a guerra continua. Agora, que Malafaia mijou fora do vaso, isso é inquestionável.